Tenham bom senso

"Não é porque eu escrevo sobre drogas, alcoolismo, mulheres fáceis, noites difíceis, depravação e sexo sem compromisso que eu sou um completo desregrado. Compreendam o limite entre realidade e ficção ou simplesmente morram nesse mundo politicamente correto que lhes consome. A arte imita a vida e vice versa, mas isso nunca será uma regra"


quinta-feira, 10 de março de 2011

Para os amigos: Prévia do Capítulo IV

Queria agradecer aos amigos que estão acompanhando a história. Sendo assim, deixo um presente a vocês. Este é o inicio do Capítulo IV e espero conseguir terminar no próximo final de semana.

Patrícia ainda de olhos fechados sentia um corpo quente abraçado nela. Estavam abraçados com as pernas entrelaçadas. Patrícia pensou que fazia um bom tempo que não dormia tão bem, e não acordava abraçada a um homem. Começou a acariciar levemente com as unhas aquelas largas costas descendo até a cintura e subindo pela barriga até o peito. Sentia o meio de suas pernas ficarem levemente úmidas. Que saudade de acordar assim, pensou. Com uma mão parada sobre o peito quente do homem, começou a descer a outra que estava embaixo de seu travesseiro pelo seu pescoço, correndo pelos peitos, barriga até o meio das pernas sobre a calça. Deu um leve suspiro e abriu os olhos. Quando percebeu que o corpo que estava acariciando era o de Gabriel, lembrou de toda a noite anterior e não conseguiu segurar o grito de susto, fazendo-o arregalar os olhos. Nisso, ambos gritaram e ela o empurrou da cama fazendo-o rolar e cair no chão.
- GABRIEL! DESCULPE! – disse ela colocando às mãos sobre a boca.
Gabriel ficou em pé ainda meio desnorteado.
- O QUE É ISSO? O que aconteceu? O que tu está fazendo aqui?
Patrícia correu os olhos para abaixo da cintura dele e ele olhou o volume que estava levantado sobre a cueca. Era a circunstância dos carinhos dela com a unha. Gabriel prontamente olhou para baixo e cobriu o volume com as mãos.
- Enfim Patrícia – disse ele calmamente – pode-me dizer como chegamos a essa situação?
Ela contou tudo que havia acontecido e ele a ouviu com atenção, e com as mãos ainda entre as pernas disse:
- Bom. Eu me lembro só de alguns detalhes, sendo assim, vamos trabalhar que ganhamos mais.
- Você não prefere tirar o resto do dia de folga para se recuperar? – disse ela preocupada.
- Paty. Vou te dizer sinceramente. Se eu ficar em casa, pensando nessas merdas, há uma grande possibilidade de isso acontecer novamente. Então pode-me deixar ir trabalhar?
Ela olhou para ele com um olhar doce.
- Tudo bem. Vamos lá então, te dou uma carona.
Patrícia ficou sentada na cama tranquilamente olhando para os lados.
- Bom se você não se importa, eu vou para o banho. – ele tirou a cueca, jogou no colo dela e passou por ela nu em direção ao banheiro.
Ela levantou da cama envergonhada e seguiu em direção a cozinha.

Abraços a todos

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